Erliquiose Canina – Alerta!

Oi gente! Boa noite.

Como já falei para vocês na página “sobre”, eu tenho dois “babies” de 4 patas. São uns amores e enchem a casa de alegria mas requerem sempre muito zelo e atenção.

Recentemente o cachorrinho da minha mãe esteve doente. Uma doença chamada Erliquiose Canina (ou doença do carrapato), quem aí já ouviu falar nela ou teve algum bichinho acometido pela mesma?

A Erliquiose pode acometer cachorros, gatos e até mesmo o homem. A transmissão ocorre pela picada do carrapato (ow bichinho do meu abuso, “mãe de cachorro” sabe como dá aquele desespero quando a gente acha um carrapato). A doença pode ocorrer em três fases: aguda, subclínica e crônica. A fase aguda é marcada por anemia, febre, letargia, falta de apetite, falta de ar, dor e rigidez articular. Muitos cães conseguem combater a infecção nessa fase. Aqueles que não conseguem, entram na fase subclínica que em geral cursa apenas com anemia leve. No entanto, se não tratada, pode evoluir para fase crônica. A fase crônica pode ser grave, com perda de peso, anemia intensa, sangramentos, alterações neurológicas, febre, náuseas, vômitos entre outras alterações. O tratamento é a base de suporte, antibioticoterapia, correção da anemia, estimulantes do apetite. Em alguns casos outras medicações podem ser associadas. E quanto a prevenção, o que se pode fazer até o momento é o controle adequado dos carrapatos (remédios e banhos) e visitas periódicas ao veterinário. Ainda não existe vacina.

CARRAPATO                                                   erliq

 

Então pessoal, hoje eu decidi escrever um pouquinho sobre esse assunto (apenas um diminuto resumo sobre a doença) para alertar a todos os que tiverem bichinhos em casa (e também como curiosidade para os demais) e tentar ajudar no diagnóstico precoce. Se suspeitarem de algum dos sintomas acima em seus animais, não deixem de procurar logo o veterinário para a avaliação adequada. Sem brincadeira, todo minuto pode ser essencial para o seu bichinho. Na semana passada passamos um sufoco e tanto, com o cachorrinho em tratamento intensivo mesmo, com direito a noites sem dormir. Depois de muito esforço e empenho ele ficou bem. Mas se ele não tivesse sido levado cedo ao veterinário, nem sei o que teria acontecido (vocês não sabem o quanto de hemorragia esse pequeno teve…).

Mas enfim, fica o alerta, ok? Até a próxima. Bjo!

 

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